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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Olhos que brilham no escuro



Diferentemente do que se imagina, os olhos de um gatinho não brilham no escuro. Da mesma forma como acontece com a coruja e com animais de hábitos de caça noturna.

Na verdade, os olhos desses animais brilham por uma característica diferente: eles possuem uma superfície na retina conhecida como tapete lúcido. Essa área funciona como se fosse um espelho que reflete a luz. Esse fenômeno auxilia alguns animais a verem melhor no escuro.

No momento que algum desses bichos está em algum local escuro, sua pupila dilata e esse tapete lúcido fica exposto. Com isso, quando uma luz bate nos olhos do animal, fica parecendo que seus olhos estão brilhando, quando na verdade, estão refletindo.

Através dessa característica os animais conseguem caçar e encontrar suas presas na escuridão, como é o caso da onça. Já os animais domésticos podem achar objetos que estão perdidos pela casa como uma bolinha ou um bichinho.

domingo, 1 de junho de 2014

ESPOROTRICOSE TEM TRATAMENTO, TRATE SEU ANIMAL, NÃO O ABANDONE.


 
Esporotricose por todo o país em gatos de rua e o sofrimento deles é terrível

Causada pelo fungo Sporothrix schenckii, a esporotricose é uma micose que pode afetar animais e humanos. Desde o final da década de 1990, no Estado do Rio de Janeiro, tem sido grande a ocorrência da doença em animais, especialmente em gatos. Humanos também podem ser contaminados. Há tratamento para a micose, e o diagnóstico dos animais já pode ser feito na maioria das clínicas veterinárias. Por isso, não abandone, maltrate ou sacrifique o animal com suspeita da doença. Procure o tratamento adequado e se informe sobre os cuidados que deve ter para cuidar de seu animal sem colocar em risco a própria saúde.

São essas algumas das orientações dos veterinários que estudam o agravo. Na Fiocruz, o Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec) é a unidade que pesquisa a esporotricose; foram alguns de seus pesquisadores que responderam às perguntas abaixo, selecionadas a partir das questões mais frequentes enviadas ao Fale Conosco. s e humanos. Desde o final da década de 1990, no Estado do Rio de Janeiro, tem sido grande a ocorrência da doença em animais, especialmente em gatos.

Humanos também podem ser contaminados. Há tratamento para a micose, e o diagnóstico dos animais já pode ser feito na maioria das clínicas veterinárias. Por isso, não abandone, maltrate ou sacrifique o animal com suspeita da doença. Procure o tratamento adequado e se informe sobre os cuidados que deve ter para cuidar de seu animal sem colocar em risco a própria saúde. São essas algumas das orientações dos veterinários que estudam o agravo. Na Fiocruz, o Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec) é a unidade que pesquisa a esporotricose; foram alguns de seus pesquisadores que responderam às perguntas abaixo, selecionadas a partir das questões mais frequentes enviadas ao Fale Conosco.

Quais são os principais sinais clínicos e sintomas da esporotricose?

Nos gatos, as manifestações clínicas da esporotricose são variadas. Os sinais mais observados são as lesões ulceradas na pele, ou seja, feridas profundas, geralmente com pus, que não cicatrizam e costumam evoluir rapidamente. A esporotricose está incluída no grupo das micoses subcutâneas.

A esporotricose atinge quais animais? Como é o contágio?

Embora a esporotricose já tenha sido relacionada a arranhaduras ou mordeduras de cães, ratos e outros pequenos animais, os gatos são os principais animais afetados e podem transmitir a doença para os seres humanos. O fungo causador da esporotricose geralmente habita o solo, palhas, vegetais e também madeiras, podendo ser transmitido por meio de materiais contaminados, como farpas ou espinhos. Animais contaminados, em especial os gatos, também transmitem a doença, por meio de arranhões, mordidas e contato direto da pele lesionada.

A esporotricose se manifesta em humanos?

Sim. O homem pega o fungo geralmente após algum pequeno acidente, como uma pancada ou esbarrão, onde a pele entra em contato com algum meio contaminado pelo fungo. Por exemplo: tábuas úmidas de madeira. Outra forma de contágio são arranhões e mordidas de animais que já tenham a doença. Ou o contato de pele diretamente com as lesões de bichos contaminados. Mas, importante: isso não significa que os animais doentes não devam ser tratados. Pelo contrário. A melhor solução para evitar que a doença se espalhe é cuidar dos animais doentes, adotando, para isso, algumas precauções simples, como o uso de luvas e a lavagem cuidadosa das mãos.

Como é possível identificar a esporotricose em humanos?

A doença se manifesta na forma de lesões na pele, que começam com um pequeno caroço vermelho, que pode virar uma ferida. Geralmente aparecem nos braços, nas pernas ou no rosto, às vezes formando uma fileira de carocinhos ou feridas. Como pode ser confundida com outras doenças de pele, o ideal é procurar um dermatologista, que vai fazer o diagnóstico adequado.

Os gatos podem transmitir esporotricose para as pessoas?

Sim, por meio de arranhões, mordidas e contato direto com a lesão. Por isso é importante que o diagnóstico seja feito rapidamente e que o animal doente receba o tratamento adequado. Animais doentes não devem nunca ser abandonados. Se isso acontecer, eles vão espalhar ainda mais a doença. Caso suspeite que seu animal de estimação tenha esporotricose, você deve procurar um médico veterinário, que vai orientá-lo sobre como cuidar dele sem correr o risco de ser também contaminado.

É possível que um gato doente contamine outros animais que convivem no mesmo ambiente, como uma casa, quintal ou apartamento?

Sim. Por isso é aconselhável isolar o gato do contato com outros animais, separando-o num ambiente próprio, para que receba os cuidados de que necessita sem comprometer a saúde dos outros bichos da casa. Outro cuidado muito importante: em caso de morte do animal com esporotricose, é essencial que o corpo seja cremado, e não enterrado. Isso porque a micose pode se espalhar pelo solo, espalhando a doença entre outros animais.

Que cuidados podem evitar a transmissão?

Uma boa higienização do ambiente pode ajudar a reduzir a quantidade de fungos dispersos e, assim, novas contaminações. É também importante não manusear demais o animal, usar luvas e lavar bem as mãos. Em caso de morte dos animais doentes, não se deve enterrar os corpos, e sim incinerá-los, para evitar que o fungo se espalhe pelo solo.

Onde levar um gato com suspeita de esporotricose para ser atendido?

O animal com suspeita de esporotricose deve ser levado a uma clínica veterinária. Há atendimentos de baixo custo e alguns gratuitos. No Rio de Janeiro, o animal pode ser encaminhado à Unidade de Medicina Veterinária da Prefeitura, que presta atendimento de segunda a sexta-feira, pela manhã e à tarde, com distribuição de números por ordem de chegada. Para mais informações acesse o site www.rio.rj.gov.br/ijv



A Fiocruz, por meio do Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec), também oferece atendimento. No entanto, o serviço já está trabalhando com sua capacidade de atendimento esgotada, devido ao excesso de procura nos últimos meses. Isso significa que, por ora, a Fiocruz não pode atender a novos casos.

Por sua vez, o Instituto Municipal de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman também pode contribuir com informações. O IJV fica na Avenida Bartolomeu Gusmão 1.120, em São Cristóvão, Rio de Janeiro. O contato é ijv@rio.rj.gov.br

E o atendimento às pessoas, onde é feito?

A população pode procurar clínicas e ambulatórios de dermatologia. O Ipec/Fiocruz atende pessoas com doenças infecciosas e parasitárias, inclusive da pele. Porém, para ser atendido é necessário comparecer ao ambulatório portando um encaminhamento médico que especifique a razão do atendimento.

Se há alguma lesão, o paciente pode comparecer até as 10h no Ambulatório do Ipec (às terças, quartas e quintas-feiras) e, tendo vaga, haverá atendimento.

Informamos ainda que os dias de atendimento podem variar de acordo com o período de férias dos médicos, desta forma sugerimos que ligue antes para o número (21) 3865-9506.

Para qual órgão devo comunicar que existem casos de esporotricose na região onde moro?

Ao Centro de Controle de Zoonoses do seu município. No Rio de Janeiro, o telefone é (21) 3395-1595. Caso não exista um setor como esse no seu município, sugerimos que comunique o caso à Secretaria de Saúde, pois é uma doença que pode contaminar os seres humanos.

Outro contato pode ser feito com a Vigilância Sanitária do Rio de Janeiro, pelo telefone 1746 ou no site http://www.1746.rio.gov.br/servicos.php.


Qual o tratamento indicado para gatos? E para humanos?

O tratamento recomendado, na maioria dos casos humanos e animais, é o antifúngico itraconazol. A dose a ser administrada deve ser avaliada pelo veterinário, de acordo com a gravidade da doença. Mas, dependendo do caso, outros fármacos podem ser usados.

Como conseguir o medicamento? A Fiocruz oferece gratuitamente?

É possível comprá-lo em farmácias de todo o país. O fornecimento de medicamentos pela Fiocruz é restrito àqueles pacientes que estão regularmente matriculados, bem como aos animais que estão em acompanhamento no Laboratório de Pesquisa Clínica em Dermatozoonoses em Animais Domésticos

Onde posso conseguir o medicamento por um preço reduzido?

Pesquisadores do Laboratório de Pesquisa Clínica em Dermatozoonoses em Animais Domésticos citaram a Ultrafarma (www.ultrafarma.com.br


Quanto tempo dura o tratamento?

Dependendo do caso, o tratamento pode durar meses ou mais de um ano. É muito importante que o tratamento seja seguido à risca.

É contagiosa apenas por contato ou o fungo também pode ser transmitido pelo ar?
A transmissão do fungo através da inalação é possível, mas é rara.

Já existe ou está sendo desenvolvida alguma vacina contra a esporotricose?

Não existe vacina contra esporotricose, mas alguns estudos vêm sendo desenvolvidos.

Existe transmissão entre humanos? Ou seja: uma pessoa com esporotricose pode transmiti-la para outra?


Não há registros de casos deste tipo de transmissão. Pelo que se sabe, as pessoas só contraem a doença pelo contato com meios ou animais contaminados.

Para mais informações, localização e contato:

Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas

Avenida Brasil 4.365 - Manguinhos, Rio de Janeiro

Contatos: Atendimento Pessoas: (21) 3865-9506

Fax: (21) 2290-4532

Texto encaminhado por
Alzira Mara Azevedo Novaes - advogada e ativista

FONTE:http://www.focinhosgelados.com.br/modules/news/article.php?storyid=344#.Utr3PxOc1_o.facebook

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Por que os gatos miam?



Existem diversos motivos para os gatos miarem. Pode ser para pedir comida, cafuné ou até mesmo na hora em que estão bravos. Na verdade, os gatos mostram os seus sentimentos através da emissão de alguns sons. Ou seja, o miado é considerado uma de suas formas de comunicação.

Desde pequeno é preciso tentar decifrar o que o seu bichinho está querendo dizer. Os recém-nascidos não são aptos a emitir todos os tipos de sons de um adulto. Esses sons são desenvolvidos ao longo do seu crescimento.
Já quando estão um pouco mais crescidinhos, mas ainda são filhotes, costumam emitir sons nas primeiras noites em que estão na nova casa onde vão morar. Os felinos estão acostumados a viver com os pais e irmãos e se sentem muito solitários quando são separados da sua família. Nesse momento, o ideal é tentar acalmá-los.
Existem vários tipos de miados com combinações infinitas. Acredita-se que se o gato faz um barulho curto quer dizer que está com fome ou com vontade de fazer suas necessidades. Já um miado fraco seria uma saudação. Os gatos que sentem algum tipo de perigo miam de uma maneira alta e rápida.
Para aqueles que estão na fase de acasalamento, o miado é muito forte e pode ser ouvido a grande distância.

Então, preste atenção no miado do seu gato. Com um pouco de tempo e treino você saberá desvendar o que ele está querendo dizer!

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Por que os gatos conseguem cair de pé?


Quando um gato salta ou sofre queda de algum lugar, ele sempre consegue cair de pé. E isso acontece por causa de sua fisiologia. Ou seja, sempre que o gato está numa posição desconfortável, ocorre um aumento de pressão na região, funcionando como alerta. Essa mensagem de alerta é enviada para o sistema nervoso, que manda vários sinais elétricos para o aparelho locomotor, em especial, os músculos. Assim, os músculos, realizam uma série de movimentos instintivos que fazem o corpo do animal recuperar o equilíbrio.


O gato também é ajudado nas quedas pelo seu pequeno corpo, estrutura óssea leve e pelo espesso, o que diminui a velocidade de queda e suaviza o impacto. Alguns conseguem até achatar seu corpo como um paraquedas, para criar mais resistência ao ar e cair mais vagarosamente.


Uma explicação mais simples é que quando um gato pula ou cai de um local alto, ele usa sua visão ou seu labirinto (sistema de equilíbrio localizado no ouvido interno) para determinar o que é acima ou abaixo e então gira seu tronco para que as patas fiquem para baixo. A sua traseira segue o movimento. Mesmo os filhotes podem cair sem medo, pois a maioria aprende a dominar a habilidade quando possuem apenas sete semanas de vida.


Mesmo com a Natureza a seu favor, é bom tomar cuidado ao abrir as janelas para seu bichano. Um pássaro pode facilmente distraí-lo o suficiente para que ele perca o equilíbrio, fazendo com que ele se machuque em quedas, mesmo caindo sob suas patas.

Gto vs cobra


vídeo publicado em 2010 na internet que mostra o confronto entre um gato e uma cobra continua fazendo sucesso (assista). O vídeo postado no site YouTube já superou o 1,2 milhão de acessos. Pela velocidade dos ataques, fica até difícil saber quem venceu o combate. Para a maioria, o felino levou a melhor. Mas alguns apostam que o réptil saiu vencedor.



Fonte:G1

DICA IMPORTANTE DE COMO CORTAR A UNHA DE UM GATINHO



COMO CORTAR A UNHA DO SEU GATINHO

Para este passo a passo, você vai precisar de:

- Um gato com unhas compridas.

- Um cortador de unha de gatos. O acessório usado em casa foi comprado na Cobasi/Marginal Pet, por algo como R$ 20.

O mais importante nessa história toda é saber que as unhas dos gatos têm veias em sua base (uma espécie de triângulo vermelho). Mantenha distância delas para não machucá-los. A regra aqui é clara, Arnaldo: corte somente as pontas das unhas, na região transparente, ficando longe dessa área avermelhada.

Por isso, listo aqui embaixo o que diz o (meu) especialista (que até usou frases pomposas durante a entrevista, como: “de posse do alicate…”).

- Além de um gato e um cortador, é importante ter firmeza. “Tem que cortar, não interessa se o gato quer ou não.” Pobres gatos!

- Coloque o bicho no seu colo, com a barriga para cima. Ele deve ficar em uma posição em que não consiga fugir.

- Nas sessões de manicure aqui em casa, use sempre um antebraço para segurar duas patas (as de trás, quando estiver cortando as da frente, e vice versa).

- Aperte a almofadinha da pata, para as unhas “abrirem”. Isso facilita o corte.

- Corte as unhas dos gatos sempre em um lugar com bastante luz, para enxergar as veias (e ficar longe delas).

- As unhas das patas traseiras são muito mais gastas: às vezes, nem precisa cortar.