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domingo, 15 de março de 2015

CANHORROS Perdigueiro Espanhol.


Perdigueiro Espanhol -: O perdigueiro de Burgos (em inglês: perdiguero de Burgos) é um cachorro de uma raça desenvolvida através de cruzamentos seletivos que apresenta traços visíveis dos sabujos e bracos alemães da década de 1800, com os lábios e as orelhas pendentes, a pele e a estrutura óssea pesadas.

Anteriormente utilizados para caçarem presas grandes como os cervos, estes animais passaram a perseguir caças menores, como lebres. Por gostar de terra e água, ser tranquilo e de confiança com crianças, é considerado um bom cão de companhia, também por seu fácil adestramento.

O perdigueiro de Burgos é um antigo cão espanhol de caça de características ótimas: resistente, sóbrio, dócil, fácil de adestrar e dotado de um olfato excepcionalmente fino apto tanto para a mostra como para a entrega.

Trata-se, portanto, de um cão ideal para qualquer terreno. A sua resistência à intempérie e a sua habilidade para as presas de penas, assim como para as de pêlo, o tornam muito apreciado; trata-se, na realidade, do preferido entre os cães espanhóis de caça.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

ANIMAIS TAMBÉM SOFREM COM O CALOR EXCESSIVO



Os animais não transpiram como nós, que transpiramos pela pele.Eles fazem isso através da língua e, por isso, é muito comum encontrar os animais ofegantes.O pêlo preto piora a sensação de calor e se o animal for obeso também é ruim, pois a gordura é isolante de temperatura.
Então siga alguns cuidados para curtir o verão com seu amigo de quatro patas sem deixá-lo com a respiração ofegante, apático, com hipersalivação e desorientado pelo calor intenso.





O ideal é sempre deixar os animais em um lugar mais fresco, e sempre oferecer água fresca e limpa, pode-se misturar água na temperatura ambiente com um pouquinho de água gelada, ou então, colocar uma pedrinha de gelo na vasilha.

Também é importante pôr protetor solar no nariz dos cachorros e gatos, sempre que for passear com eles.

O uso de filtros solares veterinários com fator de proteção de no mínimo 15 é recomendado por especialistas para os cachorros e gatos de pelagem branca. Os cães das raças pit bull, bull terrier e boxer tem predisposição a câncer de pele, então esse cuidado é muito importante.
A recomendação é para que os animais NÃO sejam expostos ao sol forte e se saírem para caminhar nesses dias de calor intenso é preciso espalhar protetor em áreas como focinho, abdômen, orelhas (cuidado para não jogar o produto dentro do ouvido) e contorno dos olhos.

Evite passeios em horários de sol forte, as caminhadas e os exercícios físicos com os cães devem ser evitados entre 10 e 17 horas. Se for necessário passear nesses horários, mude o trajeto, prefira locais com grama ao invés de asfalto. O piso quente, além de queimar o coxim (a almofadinha sob a pata), prejudica a troca de calor, isso acontece pois os cães, ao contrário dos humanos, não trocam o calor pela pele e sim pela respiração e pelo coxim.

Veterinários alertam para o aumento do risco quando se trata de cão idoso, filhote, obeso ou de focinho curto, a exemplo de raças como boxer, buldogue, pug e lhasa apso. A explicação é que esses cães têm mais dificuldade em manter o equilíbrio térmico.

O animal pode e deve tomar mais banhos do que o habitual nesses dias mais quentes. Se der banho em casa, prefira água morna (quase fria) e xampus próprios para o tipo de pêlo do cachorro ou gato. Apesar do calor, o secador é indispensável para evitar a propagação de fungos e bactérias. Use o secador numa temperatura média e a uma distância de 30 centímetros dos pêlos.

Aparar o pêlo também é uma boa dica para amenizar o calor.

A tosa higiênica (retirada de pêlos do ânus, órgãos genitais e ouvidos) é fundamental, sobretudo nessa época. A retirada de pêlos do abdômen é uma dica para melhorar o conforto térmico.

Isto é muito importante, nunca deixe os animais dentro do carro. Especialistas alertam para que em hipótese alguma deixe seu animal de estimação dentro de um veículo estacionado.De acordo com um estudo norte-americano, em um dia típico de verão, a temperatura no interior do automóvel sobe de 35,5 para 46 graus em apenas 10 minutos, extremo que pode ser fatal para o animal.Segundo o levantamento, deixar o vidro aberto não resolve o problema do superaquecimento.
Durante as viagens e passeios de carro, mantenha o veículo bastante ventilado para transportar o animal. A dica é levar bebedouros portáveis ou garrafinhas e vasilhinhas para que o seu cão ou gato possa beber água.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

CASTRAÇÃO- QUALIDADE DE VIDA PARA CÃES E GATOS


A importancia da castração e esterilização

Castração:

DEVER DE QUEM TEM RESPONSABILIDADE...

Pensa-se na castração de cães e gatos como único meio de controle populacional de animais.
A cirurgia de esterilização é vista como um meio de reduzir a população de animais abandonados e desta forma diminuir a transmissão de zoonoses (raiva), manter as cidades mais limpas, reduzir o risco de acidentes de trânsito.

POUCAS PESSOAS IMAGINAM OS BENEFÍCIOS
QUE A CASTRAÇÃO TRAZ PARA OS ANIMAIS.

É comum o proprietário se colocar no lugar do seu animal e ver no ato uma mutilação. Não imagina este proprietário que a atividade “sexual” dos animais tem unicamente fins reprodutivos, que a fêmea só permite o acasalamento em fase ovulatória.
O macho só tem libido quando na presença do cheiro da fêmea em cio (eles captam odores há quilômetros de distância).

NAS FÊMEAS, os ciclos improdutivos ocasionam distúrbios comportamentais (gravidez psicológica), probabilidade de formação de cistos ovarianos e, a freqüência de tumores mamários é bastante significativa em cadelas. É rotina em clínicas veterinárias cirurgias emergenciais em virtude de Piometra (infecção uterina com acúmulo de pus).
Os hormônios reprodutivos são diabetogênicos. Não é incomum o aparecimento de diabetes em fêmeas tendo por causa primária os ciclos ovarianos.

NOS MACHOS, o aumento de testosterona induzido pelo cheiro de uma fêmea no cio aumenta a agressividade. Os animais fogem de casa para acasalar, brigam, agridem pessoas. A hiperplasia benigna e maligna de próstata é uma patologia freqüente em cães a partir de 6 anos, e a próstata, por ser uma glândula acessória, involui com a castração. Tumores primários de testículo não são raros em cães não castrados.


É FUNDAMENTAL CONSCIENTIZAR OS PROPRIETÁRIOS DE CÃES E GATOS:

A CASTRAÇÃO NÃO SERVE APENAS PARA CONTROLAR A SUPERPOPULAÇÃO DE CÃES E GATOS EVITANDO CRIAS INDESEJADAS, MAS CONTRIBUI PARA O AUMENTO DA LONGEVIDADE E QUALIDADE DE VIDA DOS ANIMAIS
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domingo, 1 de setembro de 2013

Porque os cachorros gostam tanto de pegar a bolinha?



Uma das brincadeiras mais divertidas com o melhor amigo do homem, sem dúvida, é a de pegar a bolinha. Pode ser que seu cachorro só faça isso e com certeza você já se perguntou ‘Mas será que ele não cansa de pegar a bolinha?’

Afinal, porque os cachorros gostam tanto de pegar a bolinha, o graveto, o brinquedo ou seja lá o que? A brincadeira além de divertida para o animal é um momento de interações real com o dono. Mas, acima de tudo, a bolinha funciona como a ‘presa’ de caça e aguça o instinto de sobrevivência do cão.

Ou seja: uma bolinha correndo é para o cachorro como uma galinha tentando fugir. Esta aí o motivo pelo qual ele sente tanto prazer nesta brincadeira, especialmente quando captura a bolinha e a ‘mata’ (morde).


Agora, fazer o bichinho pegar o brinquedo, para muitos donos é uma tarefa não tão fácil.

Por isso, aí vão algumas dicas para você convencer o seu cãozinho a pegar (finalmente) a bolinha que você comprou com tanto carinho e claro, devolver para que você possa jogar de novo.

O truque está no petisco. Mostre o biscoitinho quando o cão voltar com a bola. Quando ele abrir a boca, dê o petisco para o cachorro e pegue a bolinha. Aos poucos o cachorro vai entender, que, se for buscar a bolinha novamente, ganhará outro petisco!

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Mantenha seu pet longe de doenças




Quem possui animal de estimação sabe que ele deve ser vacinado; e, mais do que isso, deve conhecer sobre cada uma das vacinas e sua importância. Afinal, o pet necessita de vacinas para ter uma vida longa e saudável, pois inúmeras doenças estão disseminadas em nosso país e são de fácil transmissão. Entre elas, a cinomose, hepatite infecciosa canina, doença respiratória causada por adenovirus tipo2, coronavirose canina, parainfluenza canina, parvovirose canina, infecções por leptospira canina e leptospira icterohemorrhagiae.

Um filhote de até 40 dias de vida possui no organismo os anticorpos da mãe porque ele mamou nela e estes lhe foram passados, seja por via mamária ou via placentária, quando ele ainda nem tinha nascido e se encontrava na barriga da fêmea.

Esse filhote deve ser vacinado aos 45 dias de vida, pois a partir desta data estará com seu sistema imunológico preparado para receber a vacina e passar a criar seus próprios anticorpos.

Na fase adulta do animal, o médico veterinário costuma dividir a importância das vacinas em grupos: vacinas essenciais, que são recomendadas a todo filhote com história desconhecida de vacinação e protegem contra a raiva, cinomose, parvovirose e adenovírus 2; e vacinas opcionais, de acordo com o risco de exposição do animal e na distribuição geográfica de doenças, tais como, bordetella, parainfluenza, leptospirose (quatro tipos) e vacina combinada de cinomose e sarampo.

Há ainda o grupo das vacinas não recomendadas, que são aquelas contra doenças que não possuem significado clínico importante ou que respondem prontamente a tratamento. Entre elas, vacina contra coronavirose, giárdia e adenovírus-1.

O dono de um animal de estimação deve lembrar que a vacina deve ser ministrada por médico veterinário, pois somente este profissional está apto a examinar o animal e saber se este está livre de qualquer enfermidade que possa prejudicar a imunização.

Como evitar o estresse em animais domésticos

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Situações adversas estão constantemente presentes na rotina das pessoas, trazendo muitas vezes o cansaço físico-mental e estresse. Isso, porém, não é restrito apenas às pessoas. Os animais domésticos também enfrentam esse problema. Os bichos de estimação costumam desenvolver uma relação de dependência e dominância sobre os donos, sendo muito sensíveis a uma relação instável ou até mesmo ao cotidianodo proprietário. Algumas situações, muitas vezes tidas como engraçadas, como o cão correr freneticamente ao redor da vasilha de comida quando o dono chega em casa após um período de trabalho, por exemplo, pode ser um sinal de estresse. Atitudes como cavar, morder, arranhar portas e janelas, uivar, latir, chorar e urinar e defecar em lugares impróprios são sintomas comuns desta alteração. A primeira coisa que vem à cabeça do proprietário é classificar o animal como desobediente ou mal-educado. Mas o que pode estar ocorrendo na verdade é o acometimento do animal por estresse.

Sabe-se que o estresse pode trazer diversos danos à saúde das pessoas. No caso dos bichos de estimação, não é diferente. Animais acometidos por estresse podem desenvolver problemas gástricos ou até tornarem-se agressivos. Dentre as situações que podem desencadear o estresse em animais domésticos estão: períodos de fome ou sede, viagens, falta ou excesso de exercícios, solidão, mudanças na rotina, ambiente conturbado – por exemplo, presença de outros animais ou pessoas desconhecidas, datas festivas – fogos de artifício, banho e tosa, consultas veterinárias, participação em exposições ou competições, etc.

Além de estarem atentos a essas situações adversas, os donos de animais de estimação também podem lançar mão de suplementos nutricionais com função antiestresse, já disponíveis no mercado. É caso do Triptophan®, fabricado pela Vetnil – um dos maiores laboratórios veterinários do País, que apresenta fórmula à base de Triptofano, Magnésio, Vitamina B1 e Extrato Protéico Vegetal, indicado justamente para diminuir o estado de inquietação do animal. É ideal para animais que participam de competições, pois não afeta o desempenho dos mesmos. O Triptofano e o Magnésio estão relacionados com a síntese de serotonina, uma substância que está diretamente ligada com a diminuição de estresse, proporcionando sensação de bem-estar. Já o Extrato Protéico Vegetal é responsável por auxiliar na obtenção dos efeitos antiestresse. O Triptophan® é administrado por via oral e está disponível em seringas com 15 e 30 gramas. Mais informações no site www.vetnil.com ou no SAC 0800.109.197.

Texto extraído de: Pet rede

Cães e gatos são alérgicos e precisam de cuidados especiais




Os veterinários são unânimes: essa é a queixa campeã nos consultórios. “As substâncias que irritam os bichos de estimação são, no fundo, as mesmas que disparam a alergia em seres humanos”, diz a veterinária Tânia Parra, de São Paulo. Conheça algumas das manifestações mais frequentes.


Dermatite alérgica a picada de pulga (dapp): Equivale à nossa alergia a picada de insetos - só que, nos bichos, a pulga é sempre a maior culpada.

Sintomas: quando uma proteína da saliva do inseto cai na circulação do animal, o organismo reage para combatê-la. Surge a coceira intensa e, em consequência, lesões que enfraquecem e derrubam os pelos. No cão, a região mais afetada é aquela próxima à cauda. No gato, o pescoço é o alvo preferido.

Tratamento: extermine as pulgas e cuide dos ferimentos com medicamentos específicos, receitados pelo especialista.

Dermatite atópica: Por trás dela, podem existir os mais diversos agentes: polen, perfume (usado depois do banho em pet shops ou até mesmo o do dono), ácaro, mofo, fumaça de cigarro, produtos de limpeza, lã, remédios, plástico, e por aí vai. É comum no cachorro e bem rara no felino.

Sintomas: muita coceira, vermelhidão e descamação na pele, com lesões provocadas pelas unhas do bicho.

Tratamento: a saída é ficar de olho no ambiente em que o animal vive para afastar a causa. Se você não identifica a razão do coça-coça, pode recorrer a um exame de sangue que, diga-se, é caro e não apresenta resultados precisos. O material é colhido no consultório e analisado nos Estados Unidos. As feridas são tratadas com xampus especiais e medicamentos.

Alergia alimentar: Os cães são as principais vítimas. Aditivos, conservantes e outras substâncias químicas usadas em rações industrializadas são os vilões. Mas, para alguns animais, as reações são disparadas pelas proteínas da carne bovina.

Sintomas: são idênticos aos da alergia atópica. Tratamento: substitua a ração de sempre por fórmulas especiais. “Só que isso nem sempre surte efeito”, avisa o veterinário Marcos Fernandes, de São Paulo. “Por isso, às vezes eu recomendo refeições caseiras aos bichos muito alérgicos, como arroz ou batata cozida, peito de frango desfiado e um legume, que pode ser chuchu ou abobrinha”.

fonte : http://www.diariodemarilia.com.br/

Cuidado com os cães neste verão.


O verão vem chegando,e com ele o calor e chuva que posem ser prejudiciais tanto á humanos quanto aos animais.
Alguns cuidados devem ser tomados e outros intensificados.
Uma das causas desse perigo é o número de ácaros,carrapatos,pulgas,mosquitos e etc,que com a temperatura favorável do verão ,acabam se reproduzindo muito mais rapidamente podendo causar doenças como a Leishmaniose que quase sempre é fatal.
Também temos o grande número de enxurradas e alagamentos podem causar a leptospirose tão perigosa para humanos e animais.
Também é bom lembrar dos horários dos passeios,nos picos de calor podem causar desidratação,queimaduras e nos casos mais graves,hipotermia.Sempre é bom levar água fresca e ter um sombra para descansar.Abaixo um vídeo que fala mais sobre alguns cuidados que devemos tomar no verão.

Como proceder com cães medrosos?



Cães medrosos

Os medos são mais susceptíveis de aparecer quando não existe um bom estímulo nas primeiras semanas de vida do cachorro.Sintomatologia:
- Respiração agitada (sem exercício);
- Arquejos contínuos (em momentos pontuais);
- Tremuras incessantes;
- Expressão desolada (orelhas caídas lábios contraídos, olhos abertos com olhar perdido, fossas nasais muito dilatadas);
- Cauda muito baixa ou ?entre as pernas?;
- Micções compulsivas e involuntárias;
- Soltar glândulas anais;
- Postura encurvada;
- Mostrar os dentes (juntamente com a postura e a cauda mto baixa);
- Disposição para fuga;
- Agressão desmedida (sem existir provocação).
Como proceder?
- Desenvolver uma excelente relação dono/cão, para que o posso apoiar e transmitir coragem;
- Ensinar obediência de uma forma positiva;
- Estar atento ao comportamento do cão e atuar por antecipação;
- Usar sempre a mesma guia para garantir que o cachorro não aprenda a errar;
- Praticar exercícios em locais diferenciados;
- Manter sempre os mesmos procedimentos e postura perante o cão;
- Recompensar fortemente o cão pelos seus bons comportamentos.
Erros mais comuns:
- Deixar o cão solto ou em situação que possa errar, podendo evitar a situação ou apanhar más experiências;
- Castigar durante a apresentação: baixa a auto-estima do cão;
- Mostrar-se desiludido com o cão por ele estar com medo;
- Forçar o cão a ir




FONTE: http://meublogdeanimais.blogspot.com.br