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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Leopardo das neves



Realmente faz um tempinho que eu não venho cumprindo com o recado de fazer a Exclusiva do mês , mas bom hoje eu resolvi fazer *--*
A do blogbrincacachorro vou fazer semana que vem e a do Di westt em seguida ^^
Sobre o leopardo das neves


O Leopardo-das-neves (Uncia uncia) é umfelino que habita as grandes altitudes da Ásia central, principalmente o Tibete, oNepal, a Índia, o Paquistão, o Himalaia e o monte Everest. Pouco se sabe a respeito desse animal arredio e solitário, que raramente é visto por seres humanos.

Sua pelagem, uma das mais belas dentre todos os felinos, é macia e espessa, de pêlos longos e sedosos, com uma lanugem na base. Essa pelagem é útil para se esconder ou se camuflar na neve e caçar suas presas por emboscada. Sua alimentação consiste de aves, roedores como a marmota e a lebre, e pequenos mamíferos como o carneiro-selvagem. Cada leopardo das neves possui um vasto território no qual vagueia constantemente em busca de alimento.

Embora habite regiões remotas e de difícil acesso, atualmente o leopardo-das-neves se encontra na lista de espécies ameaçadas de extinção porque seus ossos, sua pele e alguns de seus órgãos são utilizadas pela medicina asiática para a produção de remédios.

Durante séculos, o leopardo das neves, originário da Ásia Central, tem sido alvo de mistério e folclore. Por exemplo, as pessoas dos vilarejos da Ásia Central acreditam que os leopardos das neves não comem a carne de suas presas, mas apenas tomam seu sangue (esta crendice é explicada pelos pequenos orifícios deixados pelos caninos dos leopardos, quando eles sufocam suas vítimas e pelos exemplos do abandono da presa antes da alimentação, quando os animais são molestados pelos nativos).

Os leopardos das neves são distribuídos esparsamente e descontinuamente pelas montanhas da Ásia Central (conhecida como “O telhado do Mundo”), com uma população de tamanho desconhecido. Habitam zonas alpinas e sub-alpinas, são encontrados em áreas acima de 3000m do nível do mar. Durante o verão, podem ser encontrados em altitudes superiores a 5000m. Geralmente estão associados com ambientes áridos e semi-áridos.

Estes animais são caçadores oportunistas, que podem predar desde um Yak (que pesa mais de 200 kg) até um pequeno veado almiscarado (que pesa somente 10 kg). Podem predar aves como o faisão ou as pequenas marmotas. Trata-se de um animal pouco estudado, devido a seus hábitos reservados, poucos exemplares, distribuição esparsa e dificuldade das condições de seu habitat. São animais que medem, de cabeça e corpo até 1300mm e a cauda que chega a 1000mm.

Fêmeas podem pesar até 40 kg e machos até 55 kg. Sua coloração varia do cinza claro ao cinza escurecido, com as partes inferiores quase brancas. Todo seu corpo é recoberto por rosetas e manchas. A cabeça é relativamente pequena e o pêlo é bastante longo. Os bebês (em média 3), nascem em abrigos nas rochas, após um período de gestação de aproximadamente 103 dias. Pesam ao nascer aproximadamente 450g e abrem seus olhos após 7 dias. Começam a ingerir alimento sólido aos 3 meses de idade.



A imagem acima mostra uma femêa leopardo das neves no Pasquitão,o no documentário do Animal Planet chamado :Leopardo Das Neves.Por lá o Leopardo das neves era considerado um ser mitico pois era muito raro na quela região

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Por que dizemos “lágrimas de crocodilo”?

foto



Você já deve ter escutado a expressão “lágrimas de crocodilo” em referência a alguém que chora, indicando que o choro é fingido, falso ou hipócrita. Mas por que se diz isso? Será que os crocodilos choram, mesmo?

De acordo com o professor Ari Riboldi, em seu livro O Bode Expiatório, a origem da expressão é biológica. Mas não tem a ver com fingimento. Quando o crocodilo está digerindo um animal, a passagem deste pode pressionar com força o céu da boca do réptil, o que comprime suas glândulas lacrimais. Assim, enquanto ele devora a vítima, caem lágrimas de seus olhos. São lágrimas naturais, mas obviamente não significam que o animal se emocione ou sinta pena da sua presa. Daí vem a expressão "lágrimas de crocodilo", querendo dizer que, embora a pessoa chore, suas lágrimas não significam que ela esteja sofrendo, e muitas vezes são mesmo apenas um fingimento.




Foto: Getty Images

domingo, 15 de junho de 2014

Por que os gatos sempre caem em pé?





Isso ocorre porque a transmissão das mensagens nervosas entre os olhos, os ouvidos, os músculos e as articulações do gato ocorre tão rapidamente que faz com que o animal tenha um grande equilíbrio. Porém, para que ele caia em pé, é necessário que a queda lhe dê tempo suficiente para retomar o equilíbrio.

Quando o gato cai, os olhos e os ouvidos enviam ao cérebro uma mensagem sobre a posição da cabeça em relação ao solo. O cérebro responde com comandos para os músculos, que corrigem a postura da cabeça e alinham o corpo do animal. "Isso tudo acontece em frações de segundo e o gato chega ao solo com as patas para baixo, pronto para absorver o impacto", disse a veterinária Márcia Lima de Oliveira.

Segundo a veterinária, a elasticidade dos ossos dos gatos é apenas 1/10 menor do que a da borracha. Por isso, se um gato cair do 10o andar de um prédio, tem 90% de chance de sobreviver. Nos humanos, essa taxa cai para 10%.




Foto: Getty Images

domingo, 1 de junho de 2014

ESPOROTRICOSE TEM TRATAMENTO, TRATE SEU ANIMAL, NÃO O ABANDONE.


 
Esporotricose por todo o país em gatos de rua e o sofrimento deles é terrível

Causada pelo fungo Sporothrix schenckii, a esporotricose é uma micose que pode afetar animais e humanos. Desde o final da década de 1990, no Estado do Rio de Janeiro, tem sido grande a ocorrência da doença em animais, especialmente em gatos. Humanos também podem ser contaminados. Há tratamento para a micose, e o diagnóstico dos animais já pode ser feito na maioria das clínicas veterinárias. Por isso, não abandone, maltrate ou sacrifique o animal com suspeita da doença. Procure o tratamento adequado e se informe sobre os cuidados que deve ter para cuidar de seu animal sem colocar em risco a própria saúde.

São essas algumas das orientações dos veterinários que estudam o agravo. Na Fiocruz, o Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec) é a unidade que pesquisa a esporotricose; foram alguns de seus pesquisadores que responderam às perguntas abaixo, selecionadas a partir das questões mais frequentes enviadas ao Fale Conosco. s e humanos. Desde o final da década de 1990, no Estado do Rio de Janeiro, tem sido grande a ocorrência da doença em animais, especialmente em gatos.

Humanos também podem ser contaminados. Há tratamento para a micose, e o diagnóstico dos animais já pode ser feito na maioria das clínicas veterinárias. Por isso, não abandone, maltrate ou sacrifique o animal com suspeita da doença. Procure o tratamento adequado e se informe sobre os cuidados que deve ter para cuidar de seu animal sem colocar em risco a própria saúde. São essas algumas das orientações dos veterinários que estudam o agravo. Na Fiocruz, o Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec) é a unidade que pesquisa a esporotricose; foram alguns de seus pesquisadores que responderam às perguntas abaixo, selecionadas a partir das questões mais frequentes enviadas ao Fale Conosco.

Quais são os principais sinais clínicos e sintomas da esporotricose?

Nos gatos, as manifestações clínicas da esporotricose são variadas. Os sinais mais observados são as lesões ulceradas na pele, ou seja, feridas profundas, geralmente com pus, que não cicatrizam e costumam evoluir rapidamente. A esporotricose está incluída no grupo das micoses subcutâneas.

A esporotricose atinge quais animais? Como é o contágio?

Embora a esporotricose já tenha sido relacionada a arranhaduras ou mordeduras de cães, ratos e outros pequenos animais, os gatos são os principais animais afetados e podem transmitir a doença para os seres humanos. O fungo causador da esporotricose geralmente habita o solo, palhas, vegetais e também madeiras, podendo ser transmitido por meio de materiais contaminados, como farpas ou espinhos. Animais contaminados, em especial os gatos, também transmitem a doença, por meio de arranhões, mordidas e contato direto da pele lesionada.

A esporotricose se manifesta em humanos?

Sim. O homem pega o fungo geralmente após algum pequeno acidente, como uma pancada ou esbarrão, onde a pele entra em contato com algum meio contaminado pelo fungo. Por exemplo: tábuas úmidas de madeira. Outra forma de contágio são arranhões e mordidas de animais que já tenham a doença. Ou o contato de pele diretamente com as lesões de bichos contaminados. Mas, importante: isso não significa que os animais doentes não devam ser tratados. Pelo contrário. A melhor solução para evitar que a doença se espalhe é cuidar dos animais doentes, adotando, para isso, algumas precauções simples, como o uso de luvas e a lavagem cuidadosa das mãos.

Como é possível identificar a esporotricose em humanos?

A doença se manifesta na forma de lesões na pele, que começam com um pequeno caroço vermelho, que pode virar uma ferida. Geralmente aparecem nos braços, nas pernas ou no rosto, às vezes formando uma fileira de carocinhos ou feridas. Como pode ser confundida com outras doenças de pele, o ideal é procurar um dermatologista, que vai fazer o diagnóstico adequado.

Os gatos podem transmitir esporotricose para as pessoas?

Sim, por meio de arranhões, mordidas e contato direto com a lesão. Por isso é importante que o diagnóstico seja feito rapidamente e que o animal doente receba o tratamento adequado. Animais doentes não devem nunca ser abandonados. Se isso acontecer, eles vão espalhar ainda mais a doença. Caso suspeite que seu animal de estimação tenha esporotricose, você deve procurar um médico veterinário, que vai orientá-lo sobre como cuidar dele sem correr o risco de ser também contaminado.

É possível que um gato doente contamine outros animais que convivem no mesmo ambiente, como uma casa, quintal ou apartamento?

Sim. Por isso é aconselhável isolar o gato do contato com outros animais, separando-o num ambiente próprio, para que receba os cuidados de que necessita sem comprometer a saúde dos outros bichos da casa. Outro cuidado muito importante: em caso de morte do animal com esporotricose, é essencial que o corpo seja cremado, e não enterrado. Isso porque a micose pode se espalhar pelo solo, espalhando a doença entre outros animais.

Que cuidados podem evitar a transmissão?

Uma boa higienização do ambiente pode ajudar a reduzir a quantidade de fungos dispersos e, assim, novas contaminações. É também importante não manusear demais o animal, usar luvas e lavar bem as mãos. Em caso de morte dos animais doentes, não se deve enterrar os corpos, e sim incinerá-los, para evitar que o fungo se espalhe pelo solo.

Onde levar um gato com suspeita de esporotricose para ser atendido?

O animal com suspeita de esporotricose deve ser levado a uma clínica veterinária. Há atendimentos de baixo custo e alguns gratuitos. No Rio de Janeiro, o animal pode ser encaminhado à Unidade de Medicina Veterinária da Prefeitura, que presta atendimento de segunda a sexta-feira, pela manhã e à tarde, com distribuição de números por ordem de chegada. Para mais informações acesse o site www.rio.rj.gov.br/ijv



A Fiocruz, por meio do Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec), também oferece atendimento. No entanto, o serviço já está trabalhando com sua capacidade de atendimento esgotada, devido ao excesso de procura nos últimos meses. Isso significa que, por ora, a Fiocruz não pode atender a novos casos.

Por sua vez, o Instituto Municipal de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman também pode contribuir com informações. O IJV fica na Avenida Bartolomeu Gusmão 1.120, em São Cristóvão, Rio de Janeiro. O contato é ijv@rio.rj.gov.br

E o atendimento às pessoas, onde é feito?

A população pode procurar clínicas e ambulatórios de dermatologia. O Ipec/Fiocruz atende pessoas com doenças infecciosas e parasitárias, inclusive da pele. Porém, para ser atendido é necessário comparecer ao ambulatório portando um encaminhamento médico que especifique a razão do atendimento.

Se há alguma lesão, o paciente pode comparecer até as 10h no Ambulatório do Ipec (às terças, quartas e quintas-feiras) e, tendo vaga, haverá atendimento.

Informamos ainda que os dias de atendimento podem variar de acordo com o período de férias dos médicos, desta forma sugerimos que ligue antes para o número (21) 3865-9506.

Para qual órgão devo comunicar que existem casos de esporotricose na região onde moro?

Ao Centro de Controle de Zoonoses do seu município. No Rio de Janeiro, o telefone é (21) 3395-1595. Caso não exista um setor como esse no seu município, sugerimos que comunique o caso à Secretaria de Saúde, pois é uma doença que pode contaminar os seres humanos.

Outro contato pode ser feito com a Vigilância Sanitária do Rio de Janeiro, pelo telefone 1746 ou no site http://www.1746.rio.gov.br/servicos.php.


Qual o tratamento indicado para gatos? E para humanos?

O tratamento recomendado, na maioria dos casos humanos e animais, é o antifúngico itraconazol. A dose a ser administrada deve ser avaliada pelo veterinário, de acordo com a gravidade da doença. Mas, dependendo do caso, outros fármacos podem ser usados.

Como conseguir o medicamento? A Fiocruz oferece gratuitamente?

É possível comprá-lo em farmácias de todo o país. O fornecimento de medicamentos pela Fiocruz é restrito àqueles pacientes que estão regularmente matriculados, bem como aos animais que estão em acompanhamento no Laboratório de Pesquisa Clínica em Dermatozoonoses em Animais Domésticos

Onde posso conseguir o medicamento por um preço reduzido?

Pesquisadores do Laboratório de Pesquisa Clínica em Dermatozoonoses em Animais Domésticos citaram a Ultrafarma (www.ultrafarma.com.br


Quanto tempo dura o tratamento?

Dependendo do caso, o tratamento pode durar meses ou mais de um ano. É muito importante que o tratamento seja seguido à risca.

É contagiosa apenas por contato ou o fungo também pode ser transmitido pelo ar?
A transmissão do fungo através da inalação é possível, mas é rara.

Já existe ou está sendo desenvolvida alguma vacina contra a esporotricose?

Não existe vacina contra esporotricose, mas alguns estudos vêm sendo desenvolvidos.

Existe transmissão entre humanos? Ou seja: uma pessoa com esporotricose pode transmiti-la para outra?


Não há registros de casos deste tipo de transmissão. Pelo que se sabe, as pessoas só contraem a doença pelo contato com meios ou animais contaminados.

Para mais informações, localização e contato:

Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas

Avenida Brasil 4.365 - Manguinhos, Rio de Janeiro

Contatos: Atendimento Pessoas: (21) 3865-9506

Fax: (21) 2290-4532

Texto encaminhado por
Alzira Mara Azevedo Novaes - advogada e ativista

FONTE:http://www.focinhosgelados.com.br/modules/news/article.php?storyid=344#.Utr3PxOc1_o.facebook

sexta-feira, 30 de maio de 2014

ANIMAIS TAMBÉM SOFREM COM O CALOR EXCESSIVO



Os animais não transpiram como nós, que transpiramos pela pele.Eles fazem isso através da língua e, por isso, é muito comum encontrar os animais ofegantes.O pêlo preto piora a sensação de calor e se o animal for obeso também é ruim, pois a gordura é isolante de temperatura.
Então siga alguns cuidados para curtir o verão com seu amigo de quatro patas sem deixá-lo com a respiração ofegante, apático, com hipersalivação e desorientado pelo calor intenso.





O ideal é sempre deixar os animais em um lugar mais fresco, e sempre oferecer água fresca e limpa, pode-se misturar água na temperatura ambiente com um pouquinho de água gelada, ou então, colocar uma pedrinha de gelo na vasilha.

Também é importante pôr protetor solar no nariz dos cachorros e gatos, sempre que for passear com eles.

O uso de filtros solares veterinários com fator de proteção de no mínimo 15 é recomendado por especialistas para os cachorros e gatos de pelagem branca. Os cães das raças pit bull, bull terrier e boxer tem predisposição a câncer de pele, então esse cuidado é muito importante.
A recomendação é para que os animais NÃO sejam expostos ao sol forte e se saírem para caminhar nesses dias de calor intenso é preciso espalhar protetor em áreas como focinho, abdômen, orelhas (cuidado para não jogar o produto dentro do ouvido) e contorno dos olhos.

Evite passeios em horários de sol forte, as caminhadas e os exercícios físicos com os cães devem ser evitados entre 10 e 17 horas. Se for necessário passear nesses horários, mude o trajeto, prefira locais com grama ao invés de asfalto. O piso quente, além de queimar o coxim (a almofadinha sob a pata), prejudica a troca de calor, isso acontece pois os cães, ao contrário dos humanos, não trocam o calor pela pele e sim pela respiração e pelo coxim.

Veterinários alertam para o aumento do risco quando se trata de cão idoso, filhote, obeso ou de focinho curto, a exemplo de raças como boxer, buldogue, pug e lhasa apso. A explicação é que esses cães têm mais dificuldade em manter o equilíbrio térmico.

O animal pode e deve tomar mais banhos do que o habitual nesses dias mais quentes. Se der banho em casa, prefira água morna (quase fria) e xampus próprios para o tipo de pêlo do cachorro ou gato. Apesar do calor, o secador é indispensável para evitar a propagação de fungos e bactérias. Use o secador numa temperatura média e a uma distância de 30 centímetros dos pêlos.

Aparar o pêlo também é uma boa dica para amenizar o calor.

A tosa higiênica (retirada de pêlos do ânus, órgãos genitais e ouvidos) é fundamental, sobretudo nessa época. A retirada de pêlos do abdômen é uma dica para melhorar o conforto térmico.

Isto é muito importante, nunca deixe os animais dentro do carro. Especialistas alertam para que em hipótese alguma deixe seu animal de estimação dentro de um veículo estacionado.De acordo com um estudo norte-americano, em um dia típico de verão, a temperatura no interior do automóvel sobe de 35,5 para 46 graus em apenas 10 minutos, extremo que pode ser fatal para o animal.Segundo o levantamento, deixar o vidro aberto não resolve o problema do superaquecimento.
Durante as viagens e passeios de carro, mantenha o veículo bastante ventilado para transportar o animal. A dica é levar bebedouros portáveis ou garrafinhas e vasilhinhas para que o seu cão ou gato possa beber água.

Por que ninguém conhece a cabeça do bacalhau?

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Grande parte dos brasileiros não conhece a cabeça de bacalhau porque o Gadus morhua, nome científico do peixe, não existe no País, informa o oceanógrafo da Universidade Federal do Rio Grande (Furg), Luciano Gomes Fischer. Além disso, após ter as vísceras retiradas, o bacalhau passa por um processo de salga e cura, onde é retirada em média 50% da sua umidade, e nesse processo é também retirada a cabeça do peixe, que não tem valor comercial e impede a salga.

Como todo o bacalhau que entra no Brasil é importado salgado e seco, as alternativas para ver a cabeça de um legítimo bacalhau são através de fotografias, em coleções científicas, ou ainda viajando para os mares do norte. O bacalhau tem sua origem em um peixe nobre que vive nos mares limpos e frios do Atlântico Norte cuja carne, seca e salgada, é muito apreciada na culinária internacional. Os maiores produtores de bacalhau do mundo são Noruega, Islândia, Portugal, Espanha, Itália, França e Canadá.

Atualmente, existem cinco tipos de peixes salgados e secos no mercado brasileiro, importados da Noruega e de outros países, mas apenas dois podem tecnicamente receber a denominação "bacalhau" - Gadus morhua ou Legítimo Bacalhau do Porto e Gadus macrocephalus ou Bacalhau do Pacífico (um "clone" do legítimo). O G. macrocephalus é pescado no Pacífico Norte e é muito parecido com o legítimo quando salgado e seco, mas é completamente diferente quando preparado, porque é mais fibroso, não se desmancha em lascas e seu sabor é totalmente diferente. Os demais (Saithe, Ling e Zarbo) deveriam ser classificados como peixes salgados e secos, mas convenientemente também recebem no comércio a denominação de bacalhau.

O Legítimo Bacalhau do Porto alcança bons preços no mercado, que variam de acordo com o exemplar. Peixes maiores são mais caros porque são mais raros de serem capturados e mais desejados.




Foto: Getty Images

quinta-feira, 1 de maio de 2014

AMOR DE MÃE...



Não importa o tipo, não importa a raça, não importa a espécie...
Mãe é tudo de bom!

FELIZ DIA DA MÃES para TODAS as mães












Filhote de tigre abandonado em zoológico japonês encontrou amor incondicional em uma mamãe buldogue.









domingo, 20 de abril de 2014

Insetos minúsculos aterrorizantes ampliados por microscópio PARTE 1

Após ler este post com certeza irá dar graças a Deus por ele ter nos criado grandes como somos. Não seria nem um pouco agradável topar por aí com uma pulga ou com um bicho-da-seda se fôssemos do tamanho deles. Confira 21 insetos e aracnídeos horripilantes que pousaram para a fotografia em microscópios eletrônicos.


Taturana






Larva de uma mosca Varejeira





Piolho e seu filhinho (ovo)





Formiga mordendo uma folha de grama





Chato






A cabeça de uma larva




Pulga



Mosca doméstica





Ácaro



segunda-feira, 14 de abril de 2014

Fotos de animais menores que um dedo



Que fofinhos!
Olha só as fotos desses pequenos animais que encontrei na internet. Eu adorei as fotos dos pequenos hamsters. Não são fofos?? 










terça-feira, 1 de abril de 2014

Insetos minúsculos aterrorizantes ampliados por microscópio PARTE 2



A cabeça de uma traça




A cabeça de uma aranha Pholcidae




A cabeça de uma mosca amarela





Cigarra








Vespa comum




Outra Vespa, mais simpática





Uma formiga tartaruga soldado




Abelha





Percevejo






Carrapato





Cupim




Bicho-da-seda




FONTE: PARE 1 E 2 ROCK'N TECH